Do Estadão:
Era para ser mais uma mesa-redonda, para discutir o papel da mulher na política. Mas na prática virou uma espécie de comício, em pleno Fórum Social Mundial. Assim que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, adentrou o palco, apresentada como uma das debatedoras, os petistas que lotavam o auditório entoaram o jingle da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência, agora com outro nome: "Olê, olê, olê, olá.... Dilmá, Dilmá..." E imediatamente engataram outro refrão de campanhas petistas: "Brasil! Urgente! Dilma presidente!" (...) Depois do debate, durante entrevista coletiva, Dilma respondeu se considera que o país está preparado para eleger uma mulher presidente. Disse que o povo brasileiro está preparado tanto para eleger uma mulher quanto um negro ou um índio. Antes da entrevista, ao discursar para a platia, ela já havia dito que "nosso país é tão democrático que um torneiro mecânico chegou à Presidência". Ainda no discurso, a ministra lembrou o início de sua militância política, nos anos da ditadura militar, em organizações que pregavam a luta armada: "Fizemos a autocrítica, mas não mudamos de lado: continuamos ao lado do povo, dos trabalhadores."
Aí está. É para isso, fundamentalmente, que serve o tal Fórum Social Mundial. Sim, é um evento aparelhado por partidos radicais, organizações terroristas e movimentos políticos os mais diversos. Propostas acerca de um mundo melhor e mais justo? Pode até ser que existam. Mas, convenham, ficam relegadas ao segundo plano sempre que surge uma estrela "Do Partido"...
O fato narrado na matéria acima tem um nome direto e simples: crime eleitoral. O que a tal "mãe do PAC" fez se chama propaganda antecipada, ou seja, fora do período determinado pela legislação eleitoral. Se o Ministério Público quiser, tem nas mãos um prato cheio. Mas, sabem como é... Qualquer coisa feita contra um ato do tal Fórum será imediatamente chamada de "repressão reacionária da direita", não é? E não é qualquer um que tem estômago para bater de frente com o consenso pogreçista e politicamente correto que toma conta daquele ambiente.
Era para ser mais uma mesa-redonda, para discutir o papel da mulher na política. Mas na prática virou uma espécie de comício, em pleno Fórum Social Mundial. Assim que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, adentrou o palco, apresentada como uma das debatedoras, os petistas que lotavam o auditório entoaram o jingle da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência, agora com outro nome: "Olê, olê, olê, olá.... Dilmá, Dilmá..." E imediatamente engataram outro refrão de campanhas petistas: "Brasil! Urgente! Dilma presidente!" (...) Depois do debate, durante entrevista coletiva, Dilma respondeu se considera que o país está preparado para eleger uma mulher presidente. Disse que o povo brasileiro está preparado tanto para eleger uma mulher quanto um negro ou um índio. Antes da entrevista, ao discursar para a platia, ela já havia dito que "nosso país é tão democrático que um torneiro mecânico chegou à Presidência". Ainda no discurso, a ministra lembrou o início de sua militância política, nos anos da ditadura militar, em organizações que pregavam a luta armada: "Fizemos a autocrítica, mas não mudamos de lado: continuamos ao lado do povo, dos trabalhadores."
Aí está. É para isso, fundamentalmente, que serve o tal Fórum Social Mundial. Sim, é um evento aparelhado por partidos radicais, organizações terroristas e movimentos políticos os mais diversos. Propostas acerca de um mundo melhor e mais justo? Pode até ser que existam. Mas, convenham, ficam relegadas ao segundo plano sempre que surge uma estrela "Do Partido"...
O fato narrado na matéria acima tem um nome direto e simples: crime eleitoral. O que a tal "mãe do PAC" fez se chama propaganda antecipada, ou seja, fora do período determinado pela legislação eleitoral. Se o Ministério Público quiser, tem nas mãos um prato cheio. Mas, sabem como é... Qualquer coisa feita contra um ato do tal Fórum será imediatamente chamada de "repressão reacionária da direita", não é? E não é qualquer um que tem estômago para bater de frente com o consenso pogreçista e politicamente correto que toma conta daquele ambiente.
3 comentários:
Prova definitiva de que esse pessoal sofre de um sério caso de analfabetismo funcional, sem entender o que eles próprios falam: quando viram a pré-candidata (chamá-la assim faz todo o sentido), gritaram "Brasil urgente, Dilma presidente!".
Mas eles não estão gostando do governo Lula, tanto que dão 80% de aprovação? Como eles consideram, então, a eleição da Dilma "urgente"?! Vá entender...
Perfeito, Daniel. Concordo com tudo. Se está tudo tão bem, por que a mãe do PAC é tão urgente?
Dilma Presidente é Brasil urgente mesmo! É urgente um sanatório para abrigar toda essa gente que pensa assim.
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