Pois é, todos já sabem que a justiça do Amapá suspendeu os efeitos da sentença que condenou Antonio José Dias Toffoli, indicado por Lula a uma vaga no STF, por prática de improbidade administrativa.
Convenhamos: surpresa nenhuma... Quando se trata de - como direi? - determinados assuntos, a justiça nunca tarda. Falhar, então, é coisa absolutamente fora de questão... No blog do Josias de Souza há um resumo interessantíssimo da coisa toda. Vejam:
Ele se chama Mário Mazurek. É juiz titular da 2ª Vara da Fazenda Pública de Macapá.
Suspendeu a execução de uma sentença que condenara Jose Antonio Dias Toffoli.
Notem que o jornalista fez questão de dizer que coisas assim NORMALMENTE acontecem na segunda instância. Verdade. Mas nunca é demais lembrar que estamos falando do Amapá, não é? Caso os leitores não saibam, este é o estado cortado pela linha do Equador (aquela que divide o mundo). Aqui também há fenômenos curiosos e raros, como a pororoca. É também o estado criado excepcionalmente para eleger o maranhense José Sarney ao Senado - papel que vem cumprindo com incrível desenvolutra. Como se não bastasse, é possíve encontrar nativos que - pasmem! - admiram a literatura produzida pelo atual presidente do Senado!
Convenhamos: não se pode falar em coisas normais acontecendo por essas bandas... Devo dizer que eu ficaria mesmo muito surpreso se a tal sentença não houvesse sido suspensa...
Convenhamos: surpresa nenhuma... Quando se trata de - como direi? - determinados assuntos, a justiça nunca tarda. Falhar, então, é coisa absolutamente fora de questão... No blog do Josias de Souza há um resumo interessantíssimo da coisa toda. Vejam:
Ele se chama Mário Mazurek. É juiz titular da 2ª Vara da Fazenda Pública de Macapá.
Suspendeu a execução de uma sentença que condenara Jose Antonio Dias Toffoli.
Uma sentença da lavra de Mário Cezar Kaskelis, juiz substituto da mesma vara.
Sim, isso mesmo. O juiz titular investiu contra a sentença do juiz substituto.
É coisa que, normalmente, ocorre na segunda instância, nos tribunais de Justiça. (...)
Notem que o jornalista fez questão de dizer que coisas assim NORMALMENTE acontecem na segunda instância. Verdade. Mas nunca é demais lembrar que estamos falando do Amapá, não é? Caso os leitores não saibam, este é o estado cortado pela linha do Equador (aquela que divide o mundo). Aqui também há fenômenos curiosos e raros, como a pororoca. É também o estado criado excepcionalmente para eleger o maranhense José Sarney ao Senado - papel que vem cumprindo com incrível desenvolutra. Como se não bastasse, é possíve encontrar nativos que - pasmem! - admiram a literatura produzida pelo atual presidente do Senado!
Convenhamos: não se pode falar em coisas normais acontecendo por essas bandas... Devo dizer que eu ficaria mesmo muito surpreso se a tal sentença não houvesse sido suspensa...
4 comentários:
Caro Yashá, até parece que ainda não estamos familiarizados com as coisas daqui... Viu a surpresa do jornalista Josias com o episódio? Quem não está "harmonizado" com o que acontece aqui sente o queixo cair mesmo.
Vamos ver... A sentença contra o Toffoli foi divulgada nacionalmente quando? Ah, na sexta! E essa decisão mais recente, que suspendeu aquela outra, veio quando? Ôpa, na segunda! A justiça não tarda mesmo, né? deve ser mesmo verdade que se trata de uma das melhores justiças do Brasil.
O Amapá é so o quintal do Sarney. E, como tal, ele não deixaria seu padrinho na mão.
Honesto, realmente só é possível entender as "coisas daqui" quando se está "HARMONIZADO" com a realidade local...
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Soldier, você alguma vez chegou a duvidar da eficiência da justiça amapaense? Eu, nunca! São rápidos e eficientes como poucos!
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Bingo, Arthurius!
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