Caros, aqui está o link para a minha mais recente coluna semanal, publicada lá no Perspectiva Política. Nela, trato do terrorista facinoroso chamado Cesare Battisti, cuja extradição, quero crer, deverá ser aprovada pela Suprema Corte brasileira.
Sim, este blog tem um lado claro e definido. E este lado, está posto, é inimigo figadal do terrorismo e de todas as variantes daquilo que certo extremismo - de esquerda e de direita - convencionou chamar de resistência armada. Entendo que a constituição e o Estado de direito estão acima de toda e qualquer iniciativa filomarxista de criar o tal "outro mundo possível.
Aliás, é imperioso que se diga: não sou eu - o reacionário - que quero politizar o caso Battisti. EU ACHO QUE ELE É SÓ UM HOMICIDA VAGABUNDO, QUE MERECE APODRECER ATRÁS DAS GRADES! Quem tenta fazer política sobre cadáveres são as viúvas do Muro de Berlim, sempre ligeiras quando se trata de dar arrimo ideológico a um "bandido com causa". Foi por isso que alguns expoentes da extrema esquerda brasileira inventaram a tese estúpida de que Battisti seria uma espécie de troféu da Guerra Fria. A respeito disso, escrevi o seguinte:
"(...) A defesa de Battisti, ciceroneada por Tarso Genro – o Beccaria dos Pampas -, disse ontem que o meliante não passava do “último troféu da Guerra Fria”. Fizeram isso a fim de imprimir uma conotação notadamente política às suas práticas delituosas, coisa muito cara aos radicalismos de esquerda e direita. O curioso, porém, é que eu até concordo um tanto com aquela fala… E mais: se Battisti é o último troféu da Guerra Fria, eu, como italiano que também sou, quero a cabeça dele na minha parede. Quero que ele seja politicamente esquartejado e que as partes sanguinolentas de sua ideologia assassina sejam expostas publicamente, para que todos saibam o que deve acontecer com a canalha terrorista. (...)"
Leiam a íntegra aqui.
Sim, este blog tem um lado claro e definido. E este lado, está posto, é inimigo figadal do terrorismo e de todas as variantes daquilo que certo extremismo - de esquerda e de direita - convencionou chamar de resistência armada. Entendo que a constituição e o Estado de direito estão acima de toda e qualquer iniciativa filomarxista de criar o tal "outro mundo possível.
Aliás, é imperioso que se diga: não sou eu - o reacionário - que quero politizar o caso Battisti. EU ACHO QUE ELE É SÓ UM HOMICIDA VAGABUNDO, QUE MERECE APODRECER ATRÁS DAS GRADES! Quem tenta fazer política sobre cadáveres são as viúvas do Muro de Berlim, sempre ligeiras quando se trata de dar arrimo ideológico a um "bandido com causa". Foi por isso que alguns expoentes da extrema esquerda brasileira inventaram a tese estúpida de que Battisti seria uma espécie de troféu da Guerra Fria. A respeito disso, escrevi o seguinte:
"(...) A defesa de Battisti, ciceroneada por Tarso Genro – o Beccaria dos Pampas -, disse ontem que o meliante não passava do “último troféu da Guerra Fria”. Fizeram isso a fim de imprimir uma conotação notadamente política às suas práticas delituosas, coisa muito cara aos radicalismos de esquerda e direita. O curioso, porém, é que eu até concordo um tanto com aquela fala… E mais: se Battisti é o último troféu da Guerra Fria, eu, como italiano que também sou, quero a cabeça dele na minha parede. Quero que ele seja politicamente esquartejado e que as partes sanguinolentas de sua ideologia assassina sejam expostas publicamente, para que todos saibam o que deve acontecer com a canalha terrorista. (...)"
Leiam a íntegra aqui.
4 comentários:
Muito bom o seu texto. Como sempre, aliás. Também quero a cabeça dele na minha parede! Vamos brigar por ela.
"Entendo que a constituição e o Estado de direito estão acima de toda e qualquer iniciativa filomarxista de criar o tal 'outro mundo possível'."
Bingo! Perfeito, amigo. Acho incrível como certa esquerda ainda não entendeu que os livros de Marx não autorizam ninguém a usar seus ditos para justificar o terrorismo puro e simples.
Só quero que o tão "democrático" blogueiro me explique uma coisinha de nada: por que começou falando em extremismos de esquerda e direita, mas terminou falando em marxismo?
Tentou se mostrar neutro e isento, mas acabou se entregando, não é? No fim das contas, é só a repetição do mote fascista que pretende criminalizar toda e qualquer divergência ideológica. Quem, senão os fascismo, inventou a palavra "terrorismo"?
Fábio, procure uma saída! Depressa! Saia da Matrix e volte à realidade!!!
Antes que seja tarde!
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