Do O Globo Online:
O presidente dos EUA, Barack Obama, voltou de sua semana de folga em Martha's Vineyard para enfrentar seus desafios de governo num momento de dramática perda de popularidade. De acordo com a empresa de pesquisa política Rasmussen, a aprovação ao governo Obama caiu para 46% dos pesquisados, uma queda de 16 pontos percentuais se comparada ao início do governo, em janeiro. E, de acordo com a Zogby, a aprovação do trabalho de Obama é de apenas 42%, seis pontos percentuais abaixo da mesma pesquisa em julho, como mostra matéria do correspondente do GLOBO em Washington, Gilberto Scofield Jr.
O presidente dos EUA, Barack Obama, voltou de sua semana de folga em Martha's Vineyard para enfrentar seus desafios de governo num momento de dramática perda de popularidade. De acordo com a empresa de pesquisa política Rasmussen, a aprovação ao governo Obama caiu para 46% dos pesquisados, uma queda de 16 pontos percentuais se comparada ao início do governo, em janeiro. E, de acordo com a Zogby, a aprovação do trabalho de Obama é de apenas 42%, seis pontos percentuais abaixo da mesma pesquisa em julho, como mostra matéria do correspondente do GLOBO em Washington, Gilberto Scofield Jr.
Trata-se do mais rápido declínio entre a opinião pública de um presidente recentemente eleito nos EUA. Pior que a queda nas pesquisas de opinião é saber que, de acordo com os números, a maior perda de apoio está entre democratas desiludidos com um governo que começa a fazer muitas concessões para os conservadores republicanos nos debates para a aprovação do projeto de reforma do sistema de saúde. A maioria dos americanos comuns já não sabe exatamente no que vai resultar o projeto de reforma e não se sente seguro com isso. (...)
Sim, eu sei que tudo é obra dazelite preconceituosa e golpista, não? Vai ver a tal "América branca" está aborrecida com o pobre negro que venceu na vida e se tornou presidente... Exagero? Que nada! A estupidez do obamismo não deve jamais ser menosprezada.
Notem que o advir dos fatos me faz sentir os ares do triunfo, hehe. Viram que a maior queda de popularidade experimentada pelo Messias havaiano se deu entre os democratas? Pois é... Eu sempre escrevi aqui, desde o primeiro dia, que os obamófilos se decepcionariam muito mais com Hussein do que eu, que "votei" em McCain.
E por que a popularidade dele está despencando tão rápido? Como é possível que aquela América revolucionária, com lágrimas nos olhos e queixo erguido em triunfo, tenha perdido tão rápido o encanto no redentor-de-ébano, a ponto de colocá-lo abaixo de jórji búxi, o demônio aposentado? Ora, é muito simples: eles são melhores que nós. E melhores em tudo!
A democracia americana só se tornou a maior e mais duradoura da história porque seus cidadãos aprenderam, desde sempre, que os mandatários são homens. Não mitos. Podem até se eleger com base em sonhos idílicos, mas são escorraçados se, na hora "H", se mostram ineptos. Hussein, o mito, se legeu prometendo tudo. Tudo o quê? Pois é, ele nunca disse claramente... E eis que, agora, quando a coisa se faz séria, o povo começa a cobrar com severidade o homem. O mito já era. Foi esquecido.
Hussein Obama acabou! Foi só uma triste página na história da maior democracia do mundo. É só uma questão de esperar até o fim do primeiro mandato. E, sim. Estou dizendo, com todas as letras, que o sujeito não se reelege. Podem escrever.
Notem que o advir dos fatos me faz sentir os ares do triunfo, hehe. Viram que a maior queda de popularidade experimentada pelo Messias havaiano se deu entre os democratas? Pois é... Eu sempre escrevi aqui, desde o primeiro dia, que os obamófilos se decepcionariam muito mais com Hussein do que eu, que "votei" em McCain.
E por que a popularidade dele está despencando tão rápido? Como é possível que aquela América revolucionária, com lágrimas nos olhos e queixo erguido em triunfo, tenha perdido tão rápido o encanto no redentor-de-ébano, a ponto de colocá-lo abaixo de jórji búxi, o demônio aposentado? Ora, é muito simples: eles são melhores que nós. E melhores em tudo!
A democracia americana só se tornou a maior e mais duradoura da história porque seus cidadãos aprenderam, desde sempre, que os mandatários são homens. Não mitos. Podem até se eleger com base em sonhos idílicos, mas são escorraçados se, na hora "H", se mostram ineptos. Hussein, o mito, se legeu prometendo tudo. Tudo o quê? Pois é, ele nunca disse claramente... E eis que, agora, quando a coisa se faz séria, o povo começa a cobrar com severidade o homem. O mito já era. Foi esquecido.
Hussein Obama acabou! Foi só uma triste página na história da maior democracia do mundo. É só uma questão de esperar até o fim do primeiro mandato. E, sim. Estou dizendo, com todas as letras, que o sujeito não se reelege. Podem escrever.
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