O sujeito da imagem acima é conhecido em Macapá como Padre Paulo. Por quê? Não sei. Suponho que seja em razão da batina que ainda enverga. A pôse dele para a foto, notem, não traz nenhum traço do decoro e da compostura típicos de um sacerdote de Cristo.
Padre Paulo se tornou "querido e famoso" em Macapá principalmente em razão de suas "missas de cura". Ôpa, missa de quê? Sim, de cura! É assim que ele e sua paróquia apresentam as tais celebrações eucarísticas, que mais parecem cultos neopentecostais de beira-de-estrada. Eu não o reconheço como Padre! Tenho esse direito, afinal sou católico apostólico romano e observo as regras editadas pela Santa Sé, cabeça da minha Igreja - que é também a Igreja de Cristo. Referindo-se às tais missas de cura, o Vaticano determinou que é "absolutamente proibido inserir tais orações na celebração da Santa Missa"*. Simples assim.
* Instrução sobre as orações para alcançar de Deus a cura, art. 8º, § 3º.

2 comentários:
Caro Yashá, Laudetur Dominus!
Creio que não reconhecer um sacerdote como tal, por mais pecador que ele seja, não nos assiste. Pois a igreja ensina que a ordem é uma caráter indelével impresso na alma de quem a recebe, assim como o é o Batismo e a Crisma.
Mas você tem razão quando diz que a atitude deste homem "não traz nenhum traço do decoro e compostura típicos de um sacerdote de Cristo"
Pax et Salutis
Tem mesmo certeza que o cara da foto é um padre? Será que não é alguém produzido para algum baile de Halloween?
Postar um comentário