terça-feira, 6 de outubro de 2009

O MST e as obviedades.

Creio que todos tomaram conhecimento do mais recente ato de terrorismo praticado pelo bando arregimentado por João Pedro Stedille. Ontem, no Jornal Nacional, noticiou-se a invasão e depredação da fazenda Santo Henrique, situada no interior de São Paulo. A fazenda, de propriedade da Cutrale, é destinada à produção de laranjas - a Cutrale, aliás, é a maior produtora do mundo da fruta.

Pois bem, não contentes em invadir uma fazenda produtiva, expulsando seus empregados e sitiando o local, os terroristas, entediados pela vagabundagem eu suponho, também se armaram de um trator para destruir cerca de 7 mil árvores de laranja! Não há retórica mirabolante nem contorcionismo mental capaz de maquiar os fatos: o que o MST fez ontem foi crime. Simples assim.

E não me venham os pogreçistas com aquela cantilena da "luta contra azinjustissa çoçial". Um regime democrático oferece instrumentos e instituições legais e próprias para a disputa ideológica. Há muito tempo os bandoleiros de Stedille deixaram de lado a utopia da reforma agrária, que até hoje seduz parte da intelequitualidade brasileira. Como o terrorista-mor já falou, o MST quer mesmo é "criar uma sociedade socialista no Brasil". E como eles pretendem fazer isso? Bem, como sempre fizeram ao longo da história: espalhando a morte, a miséria e o terror.

Repito: não se pode cair na conversa mole de que o MST é um movimento social que protesta e reivindica. BESTEIRA! Ações como a de ontem são, sim vandalismo puro e simples. São crimes premeditados e cuidadosamente executados à luz do dia, ante a certeza completa da impunidade - afinal o MST não possui existência legal, o que impede sua persecução penal. Desafio qualquer um a me demonstrar, com fundamento nas leis vigentes, como aquilo não é crime e/ou terrorismo.

Essa gente precisa ser contida pelo Estado e levada aos tribunais. Querem disseminar o terror e destruir bens? Que sejam, pois tratados como terroristas. "Ah, mas isso poderia fazer deles mártires." E daí? Estou pouco ligando para o nome que vão dar aos bandidos. Quero é vê-los atrás das grades!

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Obs.: A legião de demônios, vinda do submundo das ideias, nem precisa se dar ao trabalho de escrever. Sua retórica filoterrorista continuará não tendo vez aqui! Este blog tem lado: o da democracia e do sistema de liberdades individuais. Qualquer um que pretenda defender os facinorosos de Stedille não será admitido.

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