terça-feira, 31 de março de 2009
Governo Obama fala em reintegrar terroristas e flerta abertamente com a escória do mundo.
Começa a desmoronar o "Castelo de Areia" da Polícia Federal: mais uma operação criminosa e estabanada.
PRIMEIRA PARTE:
A Polícia Federal omitiu do relatório final da Operação Castelo de Areia as siglas de três partidos: PT, PTB e PV. Segundo reportagem do "Jornal Nacional", da Rede Globo, os nomes dos partidos que ficaram de fora do relatório estão em uma conversa por e-mail ocorrida em novembro do ano passado entre Fernando Dias Gomes, diretor da Camargo Corrêa, e Luiz Henrique Maia Bezerra, representante da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), entidade tida pela polícia como intermediária entre a construtora e políticos.
(...) No e-mail enviado pelo diretor da Camargo Corrêa ao representante da Fiesp, são cobrados recibos pendentes das seguintes doações: PSDB (comitê financeiro de São José dos Campos - R$ 25 mil), PSDB (R$ 50 mil), PT (diretório regional - R$ 25 mil), PTB (comitê financeiro municipal - R$ 25 mil) e PV (comitê financeiro municipal - R$ 25 mil).
(...) No entanto, o documento da PF que embasou os pedidos de prisão decretados pelo juiz da 6ª Vara Criminal Federal, Fausto De Sanctis, não cita PT, PTB e PV como possíveis beneficiários do esquema descoberto na operação. Ao justificar a omissão, a Polícia Federal alegou que esses três partidos foram citados num contexto em que se fala sobre recibos de doações, o que teria levado ao entendimento de que seriam repasses dentro da lei.
"É impossível afirmar só com os dados atuais a ilegalidade dessas operações", escreveu o delegado Otávio Russo, que assina o relatório final.
SEGUNDA PARTE:
(...) A polícia também omitiu uma palavra na transcrição de um diálogo de dois diretores da empreiteira interceptado pela Justiça. A transcrição informa: "Tem aquela pasta de eleições, a relação inclusive...a colaboração oficial". Um verbo não foi transcrito na frase: "a colaboração foi oficial". (...)
E o valente Protógenes decidiu ficar calado...
sexta-feira, 27 de março de 2009
Reinaldo Azevedo e o valor da democracia.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Maior especialista em AIDS do mundo diz que o Papa estava certo. E agora? Como ficam os modernos iluministas?
Cai mais uma mentira criada pelo terror contra Israel.
Uma fonte das Forças de Defesa israelenses negou nesta quarta-feira que os relatos sobre assassinato deliberado de civis palestinos durante a recente ofensiva militar na faixa de Gaza sejam verdadeiros.
A fonte, que pediu anonimato, afirmou em reportagem publicada pelo jornal "Jerusalem Post", que o Exército israelense está encerrando uma investigação sobre a série de denúncias publicadas por outro jornal israelense "Haaretz" na qual soldados relatam assassinato de civis inocentes e vandalismo, além de um bilhete que ordena ataques a equipes médicas e a campanha dos rabinos do Exército para transformar a operação em uma "guerra santa".
As denúncias foram reproduzidas por jornais de todo o mundo e ampliaram a pressão da comunidade internacional por uma investigação sobre possíveis crimes de guerra cometidos por Israel durante a operação militar contra alvos do movimento islâmico radical palestino Hamas, em Gaza, que foi de 27 de dezembro a 18 de janeiro e deixou, segundo o Centro Palestino de Direitos Humanos, 1.434 palestinos foram mortos, incluindo 960 civis, 239 policiais e 235 militantes.
Sabem por que Israel precisa vencer a guerra militar contra o terror patrocinado pelo fascismo islâmico? Porque a guerra da propaganda já foi, há muito, perdida.
Algumas vezes as falácias criadas pelo pogreçismo filoterrorista são tão absurdas que chego a me perguntar como é que conseguem ganhar o mundo inteiro, com ares de verdade. Vejam o caso das tais denúncias atribuídas aos soldados de israelenses - agora negadas pelo Departamento de Defesa: Será mesmo possível acreditar que o Exército de Israel tivesse instruções oficiais para atacar deliberadamente equipes médicas? Falemos francamente: alguém com dois neurônios realmente consegue acreditar nisso? Santo Deus! A coisa toda é tão absurda que não resiste a dois minutos de confronto com a boa e velha lógica.
Vou além: segundo os relatos preliminares, teriam sido escontrados bilhetes nas roupas dos soldados israelenses, onde estaria escrita a ordem para atacar os médicos. Sim, bilhetes! Queremos mesmo acreditar que Israel é tão estúpido a ponto de colocar por escrito uma ordem criminosa e ilegal?! E, mesmo que isso fosse aceito, vamos crer que os soldados levariam para o campo de batalha a tal ordem?! Qual é o próximo passo? Quem sabe vão aparecer bilhetes onde esteja escrito "Matem todas as mulheres e as crianças inocentes!" E o que é pior: a canalha filoterrorista vai acreditar na patacoada!
Sim, eu sei que a canalha vai cair matando, pois não aceitam que ninguém defenda Israel. Mais que isso: não aceitam que alguém fique contra o terrorismo, encarado por eles como uma forma de "resistência" contra a "sociedade capitalista". Mas eu não dou a menor bola. Quem escreve o que eu escrevo não o faz para angariar simpatia, mas para mostrar a verdade. Mesmo que isso signifique desafiar o consenso politicamente correto que impera no mundo.
Querem ver algo interessante? Pois bem, ainda que as tais denúncias fossem verdadeiras - e, repito, não são - o mundo poderia estar certo de que o Estado democrático de Israel iria investigar o caso e punir os culpados. Por quê? Porque é assim que as coisas funcionam em uma democracia. Há coisas abomináveis e horrendas praticadas pela nossa civilização ocidental? Claro! Que as há aos montes, infelizmente. Mas isso, caros, não é regra. Pelo contrário até: a regra é que os bandidos sejam - vejam que coisa mais reacionária! - punidos. Agora eu pergunto: quem vai investigar os abusos e as violações aos direitos humanos praticadas na Faixa de Gaza, pelo Hamas? Ninguém! E sabem por quê? Porque o horror é se sempre será uma parte fundamental do terrorismo. Um não vive sem o outro.
Mas eu sei como pensa a gentalha filoterrorista. Palestino matando palestino é só uma face da - como é mesmo? - "disputa pela autonomia". Em resumo, é coisa lá deles. O ocidente não deve se meter, não é? Os humanistas de um lado só preferem se insurgir quando há terroristas sendo mortos por Israel.
Que curioso... Esquema de corrupção no governo do PT deixa de fora o... PT!
A polícia gravou legalmente a conversa do diretor da Camargo Corrêa, Pietro Francisco Brunato Giavina Bianchi, com assessores e funcionários de alto escalão da empresa. Nos diálogos, eles tratam da distribuição de dinheiro a diversos partidos políticos nas eleições do ano passado.
São mencionados o PSDB, PS, PPS, PSB, PDT, DEM, PP e o PMDB do Pará, que, de acordo com a investigação, teria recebido R$ 300 mil. Os valores supostamente recebidos pelos demais partidos não foram mencionados. O PS ainda não tem registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
segunda-feira, 23 de março de 2009
Eis a turma do "outro mundo possível".

A nossa moral e a deles. Ou: como perceber que se é um "direitista".
E, para não variar, estamos no O Globo.
Não vou transcrever a íntegra do artigo, afinal ele é essencialmente o mesmo que já havia publicado aqui, em primeira mão, para todos os leitores habituais do Construindo o pensamento. O link para a publicação no O Globo está aqui.
Sei não, mas estou achando que vai render uma boa discussão na página do jornal, principalmente porque o exército do politicamente correto vai cair matando. Aliás, aqui no blog a matéria também está rendendo. Até agora publiquei apenas uma dezena. Está difícil fazer a triagem, porque os demônios tentam se disfarçar de seres educados. Mas a luta continua!
sexta-feira, 20 de março de 2009
A camisinha, a AIDS, o Papa e os estúpidos.
Prestes a desembarcar na África para a sua primeira visita oficial, o Papa Bento XVI chocou, uma vez mais, a opinião pública mundial ao declarar que a distribuição de camisinhas não é uma política eficiente no combate à AIDS. Correndo o risco de incomodar ainda mais o consenso politicamente correto e progressista que vige no mundo, devo dizer que Sua Santidade acertou em cheio.
Em primeiro lugar, cumpre desfazer alguns erros crassos e deixar claro aquilo que o Papa realmente disse – refutando aquilo que lhe foi atribuído pela mídia. Bento XVI não afirmou que a camisinha não serve para evitar a contaminação pelo HIV. O que fez foi criticar as políticas públicas que se baseiam apenas na distribuição agressiva de preservativos, sob a justificativa de erradicar um mal, que, desafiando a lógica de alguns, insiste em crescer.
Em verdade, a fala do Papa incomoda os progressistas do mundo porque ele foi direto ao ponto, falando daquilo que o consenso mundial insiste em esquecer: os valores morais. De fato, antes de decidir usar camisinha, o ser humano deveria se indagar sobre a conveniência – ou não – do ato sexual propriamente dito. Como não é um mero animal dotado de instinto, mas uma criatura racional, é perfeitamente justo exigir um comportamento condizente com o tamanho do seu cérebro.
Manter uma relação tão íntima com outra pessoa é uma decisão carregada de reflexos sentimentais e morais os mais diversos, apesar do que insistem em pregar os novos iluministas do mundo, para os quais sexo é apenas sexo. Estão errados! Uma relação sexual é possivelmente a forma mais íntima de contato entre dois seres, razão por que é justo que surjam indagações acerca da oportunidade, da conveniência e dos reflexos decorrentes. Deixar tudo isso de lado porque se tem uma camisinha para evitar doenças e filhos é, no mínimo, primitivo e obscuro.
Convenhamos: o que fazem as campanhas públicas sobre o uso da camisinha? Incentivam a prática desenfreada e descompromissada do sexo. Sexo seguro, dirão alguns. Sim, pode ser. Mas isso não tira o fato de que o Estado, tal como um moderno alcoviteiro, continua patrocinando o encontro sexual das pessoas, sem colocar para a sociedade a questão primordial que deve, sim, ser feita. Em outras palavras, podemos todos concordar que é preciso usar camisinha. Mas esse é um segundo momento da coisa toda. Antes de recorrer ao famoso látex, há que se saber se aquele encontro íntimo é bom, conveniente e não deixará sequelas desagradáveis para nenhum dos envolvidos.
O problema é que o pensamento politicamente correto que comanda as mentes do mundo acha que falar de valores morais é coisa de “conservadores, caretas e reacionários”. Moderno e humanista, para essa gente, é defender a cultura da morte, manifestada diariamente por meio da defesa ostensiva do aborto, por exemplo. Muitas vezes, o objetivo último de certo progressismo nem é prevenir a AIDS, mas simplesmente atacar a Igreja Católica, culpada recorrente por todos os males do mundo. Qualquer deita neopentecostal de esquina pode dizer o que bem entender, sempre em nome da diversidade e da tolerância religiosas. Assim, mesmo quando Edir Macedo usa, de forma estúpida, uma passagem bíblica para defender o aborto, as tolices são lidas como um lampejo de iluminismo religioso, em contraponto ao suposto “conservadorismo” do Vaticano. A qualquer um é dado opinar sobre temas os mais diversos, exceto à Igreja Católica. Basta que o sucessor de Pedro abra a boca para tratar da pena de morte, da eutanásia, do aborto, ou do combate à AIDS e pronto: o mundo se apressa em refutar seus argumentos. A tolerância, como se vê, não se aplica ao catolicismo, réu de impor aos homens o dever de arcar com os reflexos morais de suas escolhas individuais.
Culpar o Papa – e, em última instância, a Igreja – pela proliferação da AIDS é, na melhor das hipóteses, coisa de fronteiriços. Ora, basta um pouco da boa e velha lógica cartesiana para derrubar essa tese: se todos seguissem à risca as normas da Igreja, não haveria contaminação nenhuma, não é? Afinal o Vaticano defende a abstinência sexual, por meio da qual, admita-se, ninguém contrai uma DST. Ou vamos acreditar que alguém, primeiro, escolhe desobedecer a Igreja – ao praticar sexo irresponsável – e, depois, decide obedecê-la – dispensando o preservativo?
Claro que os modernistas vão dizer que pregar a abstinência é ridículo, mas isso é próprio de quem decidiu que o ser humano precisa se comportar apenas como um animal dotado de instintos. Sabem qual é o país que melhor combate a AIDS na África? Uganda. Dos anos 80 até agora, houve uma redução na população contaminada, de 30% para 7%. E qual é a principal política pública adotada? O incentivo à abstinência e ao sexo com compromisso. E sabem por que é tão difícil acreditar em algo assim? Porque o pensamento politicamente correto já obteve considerável sucesso em reduzir o mundo a uma manada de animais desprovidos de vontades individuais.
Torna-se, assim, mais simples atacar a pessoa do Papa e desmerecer seus argumentos, em vez de nos debruçarmos sobre o que ele falou. Ao lembrar que a distribuição maciça de camisinhas não foi suficiente para aplacar a disseminação da AIDS, Bento XVI não disse nenhuma mentira, nem errou em sua análise. O que fez foi lembrar que o sexo casual e descompromissado é, sim, uma vertente do sexo irresponsável. A camisinha se torna, destarte, uma espécie de algoz de sua suposta virtude, pois estimula – e isso é inegável – o sexo ligeiro e sem compromisso.
O curioso é que a pecha de obscurantista recai sobre o Papa – e sobre o catolicismo –, mesmo estando claro que os críticos de Bento XVI são aqueles que pretendem transformar o ser humano em uma espécie de animal que vive num permanente cio, pouco importando como ou com quem mantém relações. É exigida apenas a camisinha. Assim, todo um leque de escolhas morais é relegado ao segundo plano, substituído pela escolha física de responder aos instintos. Quem são, afinal, os obscurantistas?
Protógenes escreve para Obama
Chávez e sua ditadura: Estado manda prender opositor do regime.
Datafolha - 1: Aprovação de Lula cai.
(...) De 0 a 10, a nota média atribuída ao governo Lula também caiu _de 7,6, em novembro, para 7,4, índice que ainda supera os 7,0 da pesquisa de setembro.
Entre os brasileiros de menor renda, a avaliação positiva caiu de 71% para 66%. Também houve queda na faixa superior de renda _de 63% para 58%.
Em termos regionais, o Nordeste continua sendo a principal área de apoio a Lula, com 77% de aprovação _quatro pontos a menos que no levantamento anterior. A região concentra, como afirmou recentemente a ministra Dilma Rousseff, 52% dos beneficiários do Bolsa Família e 40% dos atendidos pelo Luz para Todos.
A seguir aparecem as regiões Norte/Centro-Oeste, com 64% de aprovação (nove pontos a menos); o Sudeste, com 60% (seis pontos a menos); e o Sul, com 57% (dois pontos a menos que na pesquisa de novembro).
(...) O Datafolha revela que, desde novembro, o percentual de brasileiros que tomaram conhecimento da crise aumentou de 72% para 81%. Destes últimos, porém, somente 19% dizem estar bem informados a respeito. A taxa dos que não tomaram conhecimento da crise recuou de 27% para 19%.
Apesar disso, a queda na aprovação de Lula não é proporcional à gravidade da crise. Esse descolamento parcial entre a piora no cenário econômica e a avaliação do governo federal já tinha ficado evidente na pesquisa de novembro _quando a redução da atividade econômica já provocava um recuo de 7,2% na produção industrial somente naquele mês.
Isso acontece porque a avaliação do desempenho do presidente Lula diante da crise continua positiva, ainda que em um grau menor que antes. Em novembro, 49% aprovavam a atuação de Lula no combate aos efeitos da crise. Agora, essa taxa diminuiu para 43%. Já a taxa de reprovação ao seu desempenho subiu de 9% para 13%, assim como a avaliação regular, que passou de 30% para 36%.
Datafolha - 2: José Serra aumenta liderança.
No primeiro cenário do Datafolha são apontados como candidatos, além de Serra (41% das intenções de voto) e Dilma (11%), o deputado federal Ciro Gomes (PSB), que oscilou um ponto e teria hoje 16%, e a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL), que perdeu três pontos e aparece com 11%.
Heloísa Helena oscilou de 19% para 17% agora, empatando com o governador mineiro, que já tinha atingido esse percentual em novembro. Dilma se aproximou dos dois e atingiu 12% _contra 9% em novembro e 4% em março de 2008.
Sob perene suspeita em Brasília, Sarney se torna rei de um rincão.
“Ei, ei, ei, Sarney é nosso rei”. Entoado pela multidão que o aguardava no aeroporto de Macapá, o coro soou como música aos ouvidos de José Sarney.
O senador trocou, nesta quinta (19), a atmosfera conspurcada de Brasília pelo ambiente festivo do Amapá.
Na capital federal, Sarney é açoitado pela crise que carcome as entranhas do Senado desde que foi eleito presidente da Casa, em fevereiro.
Em Macapá, a capital onde mantém o domicílio eleitoral, Sarney foi recepcionado com fogos de artifício e banda de música.
Organizada por políticos locais, a pajelança incluiu até carro de som. Do alto, o “rei” pronunciou um rápido discurso.
Prometeu aos “súditos” um elenco de benesses obtidas graças ao prestígio que desfruta no governo Lula. (...)