quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Frei Betto deu à luz o filho do demônio!


Caros, sabem quem é o monstrengo da imagem ao lado? Trata-se de uma personagem do filme Hellboy, inspirado na famosa série de quadrinhos homônima. Na história de ficção, o feioso aí à esquerda era Sammael, uma espécie de soldado do demônio - ou algo assim... Na vida real, eu decidi batizar a criatura como Bettinho... Por quê? Bem, leiam primeiro o que vai abaixo, escrito por Frei Betto um dos maiores pensadores (muito sic!!!) da esquerda brasileira:

“Ano de nova qualidade de vida. De menos ansiedade e mais profundidade. Aceitar a proposta de Jesus a Nicodemos: nascer de novo. Mergulho em si, abrir espaço à presença do Inefável. Braços e corações abertos também ao semelhante. Recriar-se e apropriar-se da realidade circundante, livre da pasteurização que nos massifica na mediocridade bovina de quem rumina hábitos mesquinhos, como se a vida fosse uma janela da qual contemplamos, noite após noite, a realidade desfilar nos ilusórios devaneios de uma telenovela.
Feliz homem novo. Feliz mulher nova. Como filhos das núpcias de Teresa de Ávila com Ernesto Che Guevara.”


A blasfêmia, a heresia que vai acima foi escrita por Betto no jornal Comércio de Jahu, e mencionada por Reinaldo Azevedo em seu blog. Betto, caso não se lembrem, é o mesmo herege que, no passado, chamou o Padre nosso de "amorosa orgia trinitária". Nada estranho para um "religioso" que afirmou perceber "o verdadeiro amor no socialismo", não na Cruz... Fica fácil perceber o que se deu com Frei Betto: depois de atingir o fundo do poço, o sujeito começou a cavar desesperadamente em direção ao mais profundo dos infernos. E chegou lá!

É desnecessário dizer que esse senhor mereceria ser excomungado. Eu, como católico, já o considero apenas um herege. Basfemar contra os Santos não é só sinal de perversão moral e religiosa, mas, no caso específico de Betto, de entrega total a uma perversão que não é apenas incompatível com a Igreja de Cristo: é inimiga mortal dela!

Não vou aqui me alongar, discorrendo sobre a história - ou "as histórias" - que cerca Santa Teresa de Ávila. O Tio Rei já fez isso muito bem. O crucial é dizer que a mera carnalização da Santa, apartada de toda a filosofia teológica que faz, sim, parte daquilo que conhecemos é, de per si, uma blasfêmia nojenta! Betto fez apenas o que qualquer ateu rasteiro e estúpido faz: agarrou-se ao "achismo" de um punhado de psicanalistas pedestres, e tratou de despir a Santa de toda a sua... santidade! Não satisfeito, ainda a atirou, tal qual a uma prostituta, na cama de Che Guevara, este sim, aos olhos de Betto, um santo.

A coisa toda é de tal sorte revoltante, que não agride apenas aos católicos, mas a qualquer pessoa minimamente inteligente e honesta. Se não é dado saber o exato sentido das metáforas presentes nas cartas escritas por Santa Teresa de Ávila, é possível afirmar com toda certeza que ela nunca pretendeu se vender a um homicida barato, como o argentido. Isso é coisa que só pode sair da cabeça sociopata de alguém como Betto, que, suspeito, nunca conseguiu esquecer aquela história de "endurecer sem perder a ternura"...

Guevara, como é sabido, foi aquele "libertador dozoprimido", que derrubou uma tirania sanguinária a fim de criar uma outra tirania sanguinária. Revolucionário fervoroso que era, acreditava que o tal "outro mundo possível" tinha de ser implementado a qualquer custo. Nem que fosse preciso mandar bala na cabeça dos adversários.

Depois da grandiosa "obra libertadora" de Guevara, Cuba se tornou aquilo que é até hoje: uma grande tirania responsável pela morte de, no mínimo, 100 mil pessoas. Além disso, o paraíso do socialismo latinoamericano também continua proibindo seus moradores de deixar a grande prisão na qual El Che e os Castro transformaram a ilha caribenha.

É com semelhante depravado moral que Betto pretende, em seus sonhos impuros e heréticos, deitar uma Santa da Madre Igreja. E o "pensador", tal qual um vouyeur de seus próprios pensamentos imundos, estaria lá, vendo tudo. Presenciando o nascimento do filho daquele assassino baixo, que só poderia ser mesmo uma criatura dos infernos, tal qual o pai.

Eu já cansei de pedir aqui a excomunhão formal desse senhor. Nunca fui atendido. Agora entendo por quê... Meu pedido estava, em essência, errado. Betto não precisa da excomunhão. Precisa, antes, da extrema unção, afinal seus delírios heréticos estão destroçando sua mente, atirando-o no abismo escuro da loucura infernal. Que ele possa descansar em paz e que Deus tenha piedade de sua alma doente. Mas apenas um pouco! E que, depois, o atire no inferno, onde Betto poderá encontrar a estranha criatura que ele criou em seu devaneio alucinado. Assim como o pai legítimo da besta...

1 comentários:

George disse...

Ótimo texto! Adoraria que o tal "frei" o lesse.