terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Breve nota sobre a mediocridade de Dilma - e do Brasil.

Leiam o que vai abaixo, publicado no Folha de hoje (íntegra aqui).

Em entrevista editada em livro que será lançado no congresso petista, de quinta a sábado, a pré-candidata ao Planalto Dilma Rousseff defendeu a presença mais forte do Estado na economia, não só para induzir investimentos mas também para tocar obras. "O Estado terá, inexoravelmente, de reforçar seu segmento executor", disse a ministra ao apresentar proposta que chamou de "bem-estar social à moda brasileira".
(...) Lula e a ministra já tinham defendido, em eventos públicos, um Estado mais forte. No início do mês, durante inauguração da primeira fábrica de chips da América Latina, o presidente disse que "o fracasso do sistema financeiro internacional fez ressurgir o Estado como único capaz de salvar a economia da crise". Dilma seguiu o raciocínio: "Achamos que o Estado tem de ter uma presença clara na economia".

Dois rápidos comentário - mesmo porque as teorias econômicas de uma ex-terrorista não merecem lá muita consideração:

1) "Bem-estar social à moda brasileira"?! Que diabos seria isso?! Existe peru à brasileira, futebol à brasileira e até - admito com pesar - pizza à brasileira. Mas welfare? Isso, não! É por apostar em solução à brasileira que o Brasil... bem, que o Brasil é o que é: um país à brasileira.

2) Qualquer candidato que defenda um Estado empresário deveria ser sumariamente abatido por qualquer eleitorado civilizado. Aqui nessepaiz, infelizmente, a pessoa consegue figurar entre os favoritos. Tristes tempos...

1 comentários:

Germano disse...

O brasileiro é estatista desde sempre. Em vez desistir de Dilma, corre o risco de votar nela graças a esse discurso socialista barato.