terça-feira, 8 de junho de 2010

Eis o humanismo deles.

Você podem imaginar a quantidade de comentários hediondos que recebi em razão dos posts em que tratei dos recentes embates entre Israel e o fascismo islâmico do Hamas e da Fatah. Os "humanistas", revoltados com este escriba, cuidaram de destilar seu "pacifismo" terno e elegante, sempre ornamentado com impropérios os mais vulgares - claro! Por isso quase todos os comentários vindos do mundo das sombras foram diretamente pro lixo. Neste blog, não é segredo, respeita-se a divergência e a crítica. O que não se tolera é a apologia do terrorismo. Querem exaltar os feitos dos - como é mesmo que eles dizem? - "militantes do Hamas"? Pois o façam longe daqui!

Um dos celerados que tenta desesperadamente emplacar seus comentários aqui, mandou a seguinte construção - que diz muito acerca do caráter dessa gentalha:

IBOPE INFORMA: DILMA ALCANÇA SERRA! QUERO VERSUA CARA DEPOIS DA DERROTA TUCANA! JUDEU!

Esqueçam a parte inicial, com referência à tal "derrota tucana". Mesmo porque, é sabido, não há tucanos neste blog - eu os acho muito de esquerda... Reparem na forma escolhida por ele para encerrar seu comentário. Aquele "Judeu" grafado ao final vale por um estudo antropológico inteiro. Que tipo de escória emprega o termo "judeu" como um xingamento? E isso em pleno século XXI!!!

Eu sei que qualquer referência ao nazismo é tomada logo como algo extremo, mas é impossível agir de outra forma diante do que vai acima. Quem se notabilizou por empregar o termo "judeu" como algo depreciativo foi Hitler. Não é fascinante que o "humanismo" dessa gente se inspire em tão cândida figura?

Aliás, não deixa de ser interessante perceber quantas nuances distintas se encerram numa frase tão curta. Notem que o néscio é "torcedor" de Dilma Rousseff, a ex-terrorista. Dilma, como é sabido, "lutou contra a ditadura militar". Ela queria a democracia? Uma ova! Queria uma "sociedade socialista", onde a miséria seria igualmente distribuída entre todos... O que Dilma e Hitler têm em comum? Bem, ambos adoravam aquilo que se convencionou chamar de nacional-socialismo...

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