quinta-feira, 10 de junho de 2010

Ele simplesmente não pode ter a bomba, oras!

Eu até pensei em escrever algo sobre o tal "acordo nuclear" envolvendo essepaiz e o Irã, pátria do fascismo islâmico. Mas aí li o que o meu amigo Gabriel Tatagiba, do O outro lado da moeda, escreveu, e percebi que tudo o que eu penso está resumido nessa simples colocação dele: "Pra mim, aquele cara com várias consoantes no nome é menos confiável para ter bomba atômica do que os EUA. Simples assim."

Perfeito! Simplesmente perfeito!

5 comentários:

Gabriel Tatagiba disse...

valeu pela citação

Disfunção Política disse...

Lula ainda defende um mundo livre de armas nucleares. Utopia. Não dá pra desinventar o que foi inventado. O desarmamento nuclear seria uma volta ao estado de terror da Guerra Fria, onde viveríamos com o temor de que um maluco aparecesse um dia com uma bomba. O país deveria, sim, seguir o exemplo dos EUA e combater qualquer forma de terror e opressão aos direitos humanos.

Yashá Gallazzi disse...

Acho que precisamos ter cautela e não endeusar os Estados Unidos. Eles são, por sua história e por seus recursos, os maiores fiadores das democracias ocidentais. Mas estão longe de ser heróis a serviço do bem comum.

Se eles combatem o terrorismo islâmico é porque são os principais alvos da escória terrorista. Não é a preocupação com a segurança mundial que os move, mas a preocupação com a própria segurança. E não há nada errado nisso!

Disfunção Política disse...

Sem dúvida é só isso que os move. Telvez meu comentário tenha causado outra impressão pela impropriedade no uso do termo "combater". O certo é que me refiro a coisas como flertar com Chávez, Castro e Ahmadinejad ou condenar a ação de Israel contra as flotilhas. Qualquer forma de apoio aos que são contra a democracia deve ser imediatamente repensada pelo governo brasileiro.

Gabriel Tatagiba disse...

Introduzo no meu comentário um "apesar": eles têm na sua história a mancha da bomba de Hiroshima